Comunicado de Imprensa da EMA - Empresa de Meios Aéreos, S.A.
Damos a conhecer o comunicado hoje divulgado pela EMA - Empresa de Meios Aéreos, S.A a propósito dos helicópteros Kamov, meios áreos que o INEM passou a utilizar para situações de emergência médica, em conjunto com o Ministério da Administração Interna.
“Em diversas notícias hoje e ontem publicadas na comunicação social, autarcas do Algarve contestam o novo dispositivo de helicópteros de emergência médica nacional. Nestas, são efetuadas apreciações técnicas extemporâneas formuladas, ao que parece, por individualidades pouco conhecedoras das capacidades técnicas de helicópteros, que urge aclarar.
Importa realçar que os Kamov KA32 não demoram cerca de 40 minutos “a aquecer os motores, enquanto os outros funcionam como um automóvel, é pegar e andar”, como se refere em algumas notícias. Não querendo entrar em conceitos linguísticos pouco adaptados a um meio aéreo, podemos garantir que a preparação de saída de um Kamov para uma missão de evacuação médica, demora cerca de 15 minutos. E nenhum helicóptero, que tenha conhecimento, funciona do tipo “pegar e andar”. As próprias regras mais elementares de segurança a isso o impedem.
Também não corresponde à verdade que o Kamov não possa aterrar na Via do Infante ou EN 125. Efetivamente o Kamov pode aterrar nestas e noutras condições, desde que garanta uma zona limpa de 40 metros e a inexistência de elementos arquitetónicos soltos nessas imediações.
Salientamos ainda que como é óbvio, todos os helicópteros são diferentes entre si, daí que seja expetável corresponderem a performances de operação distintas. Como benefício inerente ao Kamov, salientamos, por exemplo, a circunstância de com a atual configuração, o helicóptero poder transportar vários sinistrados, o que só por si poderá corresponder a uma mais-valia operacional.”
Outubro 2012-10-02
Direção de Comunicação da EMA